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O desenvolvimento cognitivo do bebê

Na última sexta, 24, tivemos aqui na Opima o nosso Grupo de Mães, que acontece quinzenalmente. 

O tema abordado na ocasião foi o desenvolvimento cognitivo do bebê. Quem passou todo seu conhecimento sobre o assunto aos pais e mães presentes foi a fonoaudióloga Elisabeth Oliveira.

Segundo ela, o desenvolvimento do bebê depende de dois fatores: a biologia e o ambiente. Ela explica ainda que cada indivíduo constrói seu próprio crescimento. 

Elisabeth contou aos pais que o nosso desenvolvimento é baseado em fases, e, para que cheguemos à fase adulta de forma correta, precisamos passar por todas estas fases (denominadas por Jean Piaget). De 0 a 2 anos, por exemplo, passamos pela fase sensório-motora, fase em que aprendemos coisas, a fase da vivência. De 2 a 6, é a fase em que aprendemos a dar nomes às coisas, a fase pré-operatória. De 6 a 12 vem a fase denominada operatória, que é quando aprendemos a escrever. E a fase acima de 12 é a fase chamada abstrata, período em conseguimos raciocinar e formar ideias. É o peródo de transição para a fase adulta.

A fono ressaltou também que os 2 primeiros anos de vida são extremamente importantes para o bebê e dicisivos em seu desenvolvimento. "É nesta fase que se aprende mais coisas. É o período em que as ligações entre os neurônios são mais intensas", concluiu.

Ao fim do encontro, Elisabeth ensinou aos pais como é importante estimular o bebê, deixá-lo explorar o ambiente e não só segurá-lo no colo, e também deu exemplos de brincadeiras que favoreçam o desenvolvimento, como tirar e colocar a tampa de uma mamadeira que não se utiliza mais, usar embalagens de plástico para colocar coisas dentro, e não apenas comprar brinquedos super modernos que fazem tudo e não proprocionam nenhum tipo de aprendizado à criança.