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O que é que a Doula tem?

Nicolle Anne é formada em pedagogia, tem uma filha e está esperando o segundo. Gleise Piva não tem filhos, sempre gostou de parto, e é psicóloga de formação. Marrie Vieira foi publicitária, fez curso de massagista e tem um filho.

O que elas têm em comum? Elas escolheram ser doulas. Cada uma com sua história de vida, cada uma com sua formação, mas algo em comum: a paixão pelo nascimento.

O fascínio por este universo que é o da gestação levou-as a praticar uma profissão que já é reconhecida há muito tempo, mas ainda pouco se sabe sobre ela.

Agora, com a volta da discussão sobre parto humanizado, o papel da doula vem à tona novamente. Para elas, a função principal da doula se resume a três palavras: acolhimento, amor, apoio. Sim, ela é aquela pessoa que não o marido, não é a mãe, não é uma irmã. Ela está ali para dar apoio emocional e físico, dizer palavras de conforto para acalmar a gestante na hora do parto, ou ainda incentivá-la quando for a hora de fazer força. Ela irá fazer massagens, segurar as mãos, ser toda ouvidos para os gritos, e pegar água para saciar a sede.

Quem já teve uma doula sabe da importância desta profissional neste momento tão único da vida de uma mulher. Não importa o mês da gestação. A futura mamãe deve procurar uma doula quando achar que for a hora certa, seja no início, meio ou fim da gravidez.

Para encontrar a doula perfeita também não tem regras – vai da empatia da gestante pela profissional. Uma vez encontrada a doula, ela abrirá espaço para conversas antes do parto, tudo para passar o máximo de informação possível para os pais, e também para que se crie um vínculo entre doula e doulanda.